Até hoje a Gripe Suína era apenas uma doença bem distante. Lá das colinas verdejantes onde os Teletubies iam brincar, até o dia em que caíram de cama, gripados, e morreram. Brincadeiras a parte, mesmo com as não sei quantas matérias que fiz falando da Nova Gripe, ela não passava de números – o velho tautismo dos números que não significam nada até a hora que interfere em nossas vidas.
Para ser mais claro: só nos interessamos se alguém morreu na estrada durante um feriadão se foi alguém de nossa família ou pelo menos um conhecido que se envolveu em algum acidente. E por aí vai. A Gripe Suína, que está a poucos quilômetros de minha casa, me preocupava tanto quanto a Gripe do Frango, lá no Oriente.
O verbo está no pretérito imperfeito (significa que a ação que aconteceu no passado não está terminada). Na próxima semana eu iria a uma apresentação teatral em Belo Horizonte (futuro do pretérito – não vou mais). As autoridades recomendaram que lugares fechados devem ser evitados. Eu é que não vou pagar para ver pensando que nunca vai acontecer comigo. Enquanto os porcos estiverem espirrando eu vou é ficar longe do chiqueiro – sem querer ofender nenhum dos porcamente gripados com o trocadilho, ou, já que abusei falando de tempos verbais, com a paranomásia.
Lucass!! Que bom que voltou a escrever...
ResponderExcluirpode continuar escrevendo viu...
vou voltar a escrever no meu tbm!!!!
beijoooca!!!